Visitantes da Catraca
O RH cadastra quem vem de fora, o WhatsApp abre sozinho com o QR pronto e a catraca da empresa libera a entrada e a saída com ele.
Os nomes, empresas e documentos que aparecem nas telas e no vídeo são inventados, gravados numa catraca de teste. O sistema real roda atrás de login, e só a página do QR de cada visitante é aberta.
- Um QR por visita, válido de algumas horas a um mês, que vale na entrada e na saída
- Cria e apaga o acesso direto na catraca por API, e o bloqueio vale na hora do cancelamento
- 29 testes, com uma catraca falsa que roda o sistema inteiro sem o equipamento
- Dados apagados sozinhos depois de 90 dias, por causa da LGPD
Como era antes.
Os funcionários já entravam pela catraca com o rosto. Quem vinha de fora ficava de fora do sistema: alguém abria a porta, ninguém sabia dizer quantos visitantes estavam no prédio, e não havia registro de hora de entrada e de saída.
A primeira ideia foi um leitor de cartão na recepção, com o cartão devolvido ao RH na saída. Cartão se perde, precisa de estoque e de gente para entregar e recolher. O QR no celular do próprio visitante resolve sem nada para devolver.
O que mudou.
O RH preenche nome, documento, WhatsApp e quem vai receber, escolhe a validade e aperta um botão. O sistema cria um usuário temporário direto na catraca, com data de início e de fim, e gera o QR. No mesmo clique o WhatsApp abre com a mensagem pronta e a imagem do QR copiada, é só colar e enviar. O visitante também recebe um link com o QR grande e o horário de validade.
Testando no equipamento de verdade descobri duas coisas que a documentação não diz. A catraca lê um QR só de números como se fosse um cartão, então o acesso é cadastrado como cartão e não como QR. E ela guarda a hora local como se fosse UTC, o que deslocaria toda validade em três horas se eu tivesse seguido o óbvio.
O painel mostra quem está dentro agora, quem ainda tem acesso e quem já saiu, lendo as passagens da própria catraca. Cancelar bloqueia o QR na hora, estender o prazo muda a validade, e a etiqueta impressa serve para quem chega sem celular.
Para ninguém precisar de explicação, o sistema abre com um tutorial em máscara que ilumina uma parte por vez. Ele mora no mesmo endereço do painel da catraca, atrás do mesmo login, com uma página no início para escolher entre as duas áreas. Só a página do QR do visitante é aberta, e ela não mostra documento nem número de acesso.
Por dentro.

Depois do login, uma página escolhe a área. O RH e o administrador entram pelo mesmo endereço e com a mesma senha de antes. 
Cada visita tem situação própria: ainda não chegou, dentro, já saiu, agendada, expirada ou cancelada, com a hora real de entrada e saída. 
O cadastro cabe numa gaveta e tem atalhos de validade: só hoje, três dias, uma semana ou um mês. O WhatsApp é obrigatório, porque é por ele que o QR chega. 
Ao gerar, o WhatsApp abre sozinho e a imagem do QR já está copiada. Se a janela for bloqueada, os mesmos passos ficam em botões. 
O que o visitante recebe: nome inteiro, QR grande para a câmera da catraca, dois passos e a validade. Nenhum documento aparece. 
O tutorial escurece a tela e ilumina uma parte por vez, em sete passos. Abre sozinho na primeira visita e volta pelo botão Como usar. 
No celular a tabela vira lista de cartões e o botão de novo visitante fica fixo. O RH cadastra de onde estiver.