King’s Table
App de poker para home game: o relógio, quem pagou, a premiação e o ranking da temporada num lugar só.
- Landing no ar com lista de espera; o app fica atrás do login
- 8 áreas e 106 funcionalidades descritas na landing
- 22 suítes de teste no app, do relógio à sincronia offline
- 10 tabelas com RLS: cada conta só enxerga as próprias noites
Como era antes.
Home game de amigos roda em planilha e memória. Alguém cronometra o blind no celular, alguém anota num papel quem já pagou, e no fim da noite a premiação sai na conta de cabeça com a mesa inteira esperando.
O que se perde não é a conta de uma noite: é a temporada. Quem ganhou mais vezes no ano, quem está devendo desde abril, qual estrutura de blinds fez a noite acabar na hora certa. Nada disso sobrevive até o próximo encontro.
O que mudou.
O produto tem duas metades. A landing apresenta e reserva vaga na lista de espera; o app é onde a noite acontece, com relógio de blinds, entradas e rebuys, acerto de contas, premiação calculada na hora e o ranking da liga fechando sozinho a cada noite encerrada.
O relógio foi a parte teimosa. Ele precisa continuar certo com a tela bloqueada e o app em segundo plano, que é justamente onde esse tipo de app falha no meio da mesa. São 22 suítes de teste segurando o que não pode quebrar, e boa parte delas cobre sincronia offline: fila de operações, conflito entre dois aparelhos e recuperação depois que a internet cai.
Landing e app moram no mesmo endereço, e isso foi decisão, não acaso. A sessão vive num cookie, e cookie não atravessa dois subdomínios de vercel.app. Servir o app dentro da própria landing, em /app, foi o que fez o login funcionar de ponta a ponta sem depender de comprar domínio.
Por dentro.

A promessa dita em uma frase só, ao lado da ficha em 3D que gira conforme a página rola. Relógio que não atrasa, controle de quem pagou, premiação calculada na hora e ranking saindo sozinho: são as quatro dores da noite, na ordem em que aparecem. 
São 106 funcionalidades divididas em oito áreas, e listar tudo de uma vez viraria parede de texto. Aqui a lista fica na lateral e só uma área abre por vez, com um exemplo de mesa montada em cima para a pessoa ver do que se trata antes de ler os doze itens. 
A mesma ficha volta como âncora da navegação: as áreas passam inclinadas ao lado dela e só a que está em foco fica legível. É a mesma ideia do carrossel que uso nos sites de fachada, aplicada a um índice, para o olho saber onde está sem barra de progresso. 
O mosaico existe para dizer de quem é o produto. Não é sala de cassino nem torneio profissional: é a turma de sempre, na mesa da sala, e a foto faz esse recorte mais rápido do que qualquer parágrafo faria. 
A última tela é a mesa vista de cima, com o convite no feltro. Como o produto ainda não abriu, ela não tenta vender: reserva vaga na lista de espera, que é a única coisa honesta a pedir antes do lançamento.