Dr. Alípio Vigolvino
Site de um médico de saúde mental do adulto: para quem continua dando conta de tudo por fora, mas percebe que não está bem, e precisa de um caminho curto até a consulta.
- Em desenvolvimento, publicado em endereço provisório na Vercel
- Sete páginas em Astro, sem React nem biblioteca de animação no navegador
- Lighthouse no celular: 98 de desempenho e 100 de acessibilidade na home
- Recálculo forçado na rolagem: de 4,3 ms para 0,02 ms por quadro depois de unificar os efeitos num laço só
Como era antes.
O Dr. Alípio atende adultos com ansiedade, desânimo e dificuldade de concentração, online e presencial. O público dele é quem trabalha, cumpre compromissos e ninguém percebe nada, mas termina o dia esgotado. Essa pessoa demora a procurar ajuda porque acha que o que sente ainda não é grave o suficiente.
O site precisava falar com ela sem diagnosticar ninguém por lista de sintomas, sem prometer resultado e dentro das regras de publicidade médica. E precisava terminar num gesto simples: chamar a secretaria no WhatsApp.
O que mudou.
A home segue a ordem em que a pessoa decide: primeiro se reconhece em quatro situações, depois entende que sintomas parecidos podem ter causas diferentes, vê como é o acompanhamento e o caminho do agendamento, e só então conhece quem vai atender. Cada página abre o WhatsApp com uma mensagem que já diz de onde a pessoa veio.
Em dois momentos a rolagem conduz a tela. Os cinco passos passam de lado enquanto a página fica presa, e um vídeo curto do médico avança quadro a quadro conforme a janela se abre. O vídeo virou 52 imagens desenhadas num canvas, com cerca de 1 MB em tela grande e menos da metade no celular, baixadas só quando a dobra se aproxima. Quem pede menos movimento no sistema vê o quadro final parado.
A primeira versão tinha efeito demais e engasgava. Medi dentro da própria página: os efeitos alternavam leitura de posição e escrita de estilo no mesmo quadro, e isso custava 4,3 ms de recálculo forçado por quadro num computador rápido. Passei tudo para um laço único, que lê primeiro e escreve depois, e o custo caiu para 0,02 ms. Depois o próprio médico pediu menos animação, e ficou só o que ajuda a ler.
Por dentro.

A pessoa se reconhece em quatro situações do dia a dia, antes de qualquer nome de diagnóstico. A borda do card acende perto do cursor. 
O argumento central do médico em um desenho: a mesma queixa pode vir de quatro origens, e é isso que a consulta separa. 
O que a consulta inclui, em quatro frases. A copy desta versão veio do próprio médico. 
Do agendamento ao acompanhamento em cinco passos. A página fica presa e a rolagem leva os passos para o lado. 
O vídeo começa numa janela pequena, com ele de cabeça baixa escrevendo. A rolagem abre a janela e avança o vídeo ao mesmo tempo. 
Com a tela cheia ele já levantou o rosto, e a frase entra. São 52 imagens desenhadas num canvas, baixadas só quando a dobra se aproxima. 
A apresentação segue as regras de publicidade médica: médico, os dois CRMs e a formação em andamento, sem título de especialista. 
Cada tema tem sua página, escrita a partir do que a pessoa sente e não de uma lista de sintomas.